Atingido em cheio pelos efeitos do coronavírus, o ônibus coletivo urbano não sobreviverá no pós-pandemia se for mantido o modelo atual, onde os custos são pagos unicamente pelas receitas tarifárias. 

Isso porque a medida sanitária de manter maior número de veículos nas ruas com a drástica redução de passageiros cria uma conta que não fecha e exige mais que medidas paliativas.

O prefeito de Salvador, ACM Neto, demonstrou preocupação com a situação financeira das empresas que administram o transporte público em Salvador, agravada pela pandemia do novo coronavírus, e disse que a questão deve ser a principal dor de cabeça para a próxima gestão.

A esperança para cobrir o rombo no caixa das concessionárias e dar fôlego a elas a curto prazo seria uma Medida Provisória editada pelo governo federal para socorrer o setor.

O transporte de massa virou o Belzebu da pandemia da covid-19. O medo de andar de metrô, trem ou ônibus é a reação padrão no mundo. No Brasil, 93% dizem ter medo usar transporte público, segundo levantamento do PoderData. 

Em Londres, que tem um dos melhores sistemas de metrô do mundo, esse índice chega a 70%, de acordo com pesquisa da Tetha Financial Reporting.

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