A partir de agora, todos os colaboradores da Master terão a temperatura aferida. A iniciativa reforça as medidas de combate à disseminação da Covid-19. O termômetro infravermelho digital tem a capacidade de aferir a temperatura corporal sem que haja necessidade de contato físico.

Caso a temperatura aferida seja superior a 37,8°C (que indica estado febril), e outros indicativos que possam inferir suspeita à Covid-19, o colaborador será acompanhando por equipe mobilizada para esse fim.

Em mais uma medida para combater o avanço da Covid-19, – infecção pelo novo coronavírus –, estamos reforçando as ações de limpeza e higienização dos veículos nos intervalos e término das jornadas de cada coletivo.

Entretanto, vale reforçar que é necessário que cada cidadão seja responsável por manter seus cuidados pessoais de higiene e prevenção, evitando a contaminação.

O alinhamento sobre as melhores soluções para a operação do transporte coletivo urbano no país frente aos impactos do coronavírus e a necessidade de rever o modelo de funcionamento desse sistema no pós-pandemia nortearam as manifestações dos participantes da 96ª reunião do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana. 

Entre as principais preocupações expostas estão a demora do Governo Federal em socorrer o setor e a necessidade de uma proposta de superação da crise no transporte público por ônibus com a flexibilização da quarentena.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, tomou duas medidas relacionadas ao transporte por ônibus nesta semana. O chefe do Executivo enviou à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) um projeto que propõe um socorro financeiro às empresas de transporte e decretou uso obrigatório de máscaras por passageiros.

O decreto que determina a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial para usuários, colaboradores e operadores do serviço de transporte público no estado foi publicado nesta quarta-feira, 06 de maio de 2020.

A NTU, associação que representa mais de 500 empresas de ônibus urbanos e metropolitanos de todo o País, prevê que a partir de 05 de abril, os sistemas públicos de transportes podem entrar em colapso com paralisação dos serviços.

Em nota, a entidade diz que essa parada não será por determinação de prefeitos e governadores, mas porque as viações não terão dinheiro para pagar salários de motoristas, cobradores e demais funcionários do setor de transportes.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, enviou à Câmara Municipal um projeto de lei com uma série de medidas excepcionais de cunho financeiro e voltadas a contratos públicos diante da situação de emergência e estado de calamidade pública por causa do avanço da pandemia do coronavírus no Brasil. 

O objetivo das medidas é manter a continuidade dos serviços essenciais, com sua mão de obra e operação, para pronto restabelecimento quando a calamidade passar.

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